
Tem dado celeuma.
Confesso a minha ignorância, não sabia da sua existência.
Uma tia minha, idosa de 96, dizia à boca pequena "a boca do mundo". Há, havia alguma incomodidade. Nunca se sabe muito bem como chamar-lhe.
Curiosa com a celeuma, fui procurar a Obra. A reacção terá sido tão lamentável, eventualmente semelhante a todos aqueles que com ela se deparam ao longo do tempo. Uma miscelânea de sensações que não descreverei, porque qualquer adulto tê-las-á. Depois a impressão magnifica de uma Obra primorosamente executada. Dizem que foi através de uma fotografia, foi a primeira impressão que tive; mas o que está retratado é lindo, não cansa, não esgota a curiosidade, é intrigante, é palpável, talvez seja essa a maior incomodidade..., não sei!
Perante tal mistério, pergunto-me: com tanta internet, com tanto hardcore, com tantas feiras de sexo ao vivo, com tanta merda que anda por aí à mão de quem quiser, porque é que esta Obra incomodará tanto? Talvez pela intimidade que deixa transparecer, talvez pelo abandono, talvez por ser tão ingenuamente e verdadeiramente estimulante, não sei! Sei que é lindo de morrer.
Confesso a minha ignorância, não sabia da sua existência.
Uma tia minha, idosa de 96, dizia à boca pequena "a boca do mundo". Há, havia alguma incomodidade. Nunca se sabe muito bem como chamar-lhe.
Curiosa com a celeuma, fui procurar a Obra. A reacção terá sido tão lamentável, eventualmente semelhante a todos aqueles que com ela se deparam ao longo do tempo. Uma miscelânea de sensações que não descreverei, porque qualquer adulto tê-las-á. Depois a impressão magnifica de uma Obra primorosamente executada. Dizem que foi através de uma fotografia, foi a primeira impressão que tive; mas o que está retratado é lindo, não cansa, não esgota a curiosidade, é intrigante, é palpável, talvez seja essa a maior incomodidade..., não sei!
Perante tal mistério, pergunto-me: com tanta internet, com tanto hardcore, com tantas feiras de sexo ao vivo, com tanta merda que anda por aí à mão de quem quiser, porque é que esta Obra incomodará tanto? Talvez pela intimidade que deixa transparecer, talvez pelo abandono, talvez por ser tão ingenuamente e verdadeiramente estimulante, não sei! Sei que é lindo de morrer.