senti o poema "Mãe", de Maria do Rosário Pedreira, declamado no último disco de Aldina Duarte. Só as mulheres se identificarão com o que ali se descreve, aquela tristeza intrinseca, aquela vontade de partir.
Tocou-me pela grandeza dos sentimentos, mas também pelo sentido da inutilidade. É pena que seja tarde, demasiado tarde quando se chegua a este estado de indiferença, sobretudo porque uma pergunta pairarará sempre no nosso espirito: o melhor do amor, não será a capcidade de se inventar?
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