"(...) Uma tensão que João Jonas, chefe do posto administrativo de Chupanga - que em 2007 albergou um dos maiores centros de acomodação -, descreve de forma eloquente: "As pessoas gostam de viver onde se faz machamba (terra de cultivo). Depois a cabana que fizeram, a própria machamba, tudo está cercado de água".E há quem considere, como o padre espanhol Fernandez Prieto, responsável pela missão de Murraça, que o êxodo era evitável através da melhor gestão das descargas da barragem de Cahora Bassa. "Eles é que deviam pagar as casas destruídas", diz o religioso. Em Murraça desde 1967, este padre de Córdoba vai mais longe: "Há uma intenção do Governo de tirar aquela gente dali."
Vamos ver se quando os chineses estiverem nessas terras ferteis se haverá descargas, culturas arrasadas e chineses em fuga?!
Pobre povo africano
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