
Mário Soares receou que o 25 de Novembro, tornasse Portugal semelhante a um qualquer país da América Latina.
Foi num país da América Latina que vi o que se passa em Portugal, ou melhor dizendo, semelhante ao que se passa em Portugal , só na dita AL: animais errantes, cadelas perseguidas por matilhas e outras urbanidades no meio do desmazelo, da promiscuidade, sendo a promiscuidade um todo.
Foi em Cuba, mais precisamente em Havana impregnada de um cheiro fétido, onde tudo falta, desde as infra-estruturas, ao que há de mais elementar, que vi pelo menos duas raças de cães que não sendo autóctones, só podem /podiam ser importados: bulldogs e pitbull. Basta dois dedos de testa para se saber o porquê. Basta perguntar assim de chofre ao guia se as apostas são permitidas? Para ter como resposta que não, mas que o combate ás apostas com lutas de cães é difícil.
Lá como cá, a não proibição leva a uma série de abusos e ainda a procissão vai no largo. Cães não autóctones, abandonados à sua sorte, à sua má sorte, são potenciais armas de morte. Pena é que sejam eles as vitimas da incúria de um país, instrumento de um qualquer dono; pena é que em vez de serem aprisionados em canis em quarentena, e depois abatidos, não sejam os seus nefastos proprietários acusados de crime e esses sim pagarem os que lhes compete, nomeadamente com a liberdade.
Se isto é Europa, eu vou ali e já venho.
http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/2d03a4e3b4eeee4569396b.html
1 comentário:
pudesse e não regressaria.
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